Finanças empresariais - Gestão e estratégias competitivas
As empresas desde sua institucionalização assumem funções complexas para que possam atingir um nível de gestão adequada para que todas as suas atividades e operações ocorram de maneira organizada e rentável. A gestão financeira é o coração de toda empresa, organizações que não adotam critérios estratégicos para as ações financeiras quanto aquisição de matéria-prima, estoques, contas de curto e longo prazo não conseguem ter visibilidade da sua saúde financeira e consequentemente as decisões acabam com reflexo negativo ou até fatal para o negócio.
Porém, a estrutura financeira necessita de abordar mais três aspectos: planejamento de longo e curto prazo, Custos e Ponto de equilíbrio. Veja as decisões de curto e longo prazo tem impacto vital em qualquer empresa, diante da retração de mercado as vezes “não gastar”, ou “gastar pode” pode ser um erro estratégico que custará caro, mas como decidir?
Todo ciclo operacional financeiro tem uma base importante e que deve ser avaliada e gerida com cuidado, os custos. Uma empresa não pode operar sem funcionários, sem fornecedores, sem suprimentos, impostos etc. Em momentos de crise ou dificuldade financeiras, as empresas começam a cortar custos, mas com quais critérios? É comum observar “grande” empresas, com faturamento elevado, mas quando precisa agir de forma estratégica com relação a sua estrutura de custos faz escolhas erradas, demite pessoas erradas, deixa de pagar fornecedores, age instintivamente por “critério nenhum”. A base de custos e extremamente importante e reflete ao item anterior quanto as decisões de longo e curto prazo.
Por isso, quando existe sazonalidade em contratos, quantidade de vendas, influenciados pelo mercado, pelo período ou por qualquer outro critério as empresas precisam conhecer o seu ponto de equilíbrio, que é exatamente o ponto onde o que se ganha é o que gasta, acima disso é lucro e abaixo é prejuízo, parece simples mas muitas empresas não enxergam isso na hora de decidir sobre os reajuste de preço, nas concessões de contratos, na contratação e demissão de empresa, na hora de avaliar os riscos e a viabilidade de investimento, assim é necessário que a empresa tenha um “planejamento financeiro” adequado.
Muito bem, nós abordamos conceitos importantes sobre as finanças empresariais, porém isso ainda não é suficiente. Veja, nós elencamos um quadro de estrutura de capital de giro, decisões, critérios, custo etc, mas e futuro?
Temos que comprar matéria prima, contratar funcionários, vender, melhor a produção, melhorar os prazos, maximizar as receitas, desenvolver a dinâmica que toda empresa está sujeita a partir do momento que iniciada, então precisamos organizar as ações futuras, ou seja, quanto temos vendido, quanto vamos gastar, qual será o faturamento e o lucro líquido entre muitas outras decisões que ocorrem a partir do “orçamento”.
Então se a sua empresa não tem esse nível de informações, é muito provável que você corra o risco estar com um cenário muito ruim e não saiba, mesmo que o saldo da conta esteja “positivo”. A primeira decisão estratégica é contratar uma consultoria para avaliar o cenário da empresa e orientar quais as ações necessárias, para cortar custos de maneiras adequada, como investir, gastar de forma estratégica e consequentemente a empresa irá trabalhar de maneira competitiva e com conceitos de ponta.
A administração financeira tem como objetivo criar valor para o negócio, de maneira á possibilitar que as decisões e ações venham refletir na maximização das riquezas do acionista. Existem algumas perguntas muito comuns que alguns empresários e gestores fazem na hora de empreender, investir em equipamentos, máquinas, contratações etc. Devo usar capital próprio ou de terceiros? como um financiamento por exemplo. As funções do administrador financeiro compreendem três tipos de decisões: administração do capital de giro, decisões de investimento e decisões de financiamento. Essas decisões precisam ser estar baseadas em análise conjunto de “balanço Patrimonial”, onde temos Ativo circulante e Ativo permanente, e passivo circulante, exigível a longo prazo e patrimônio líquido. Junto com os demonstrativos de resultado do exercício (DRE), é possível a tomada de decisão para qualquer nível estratégico em uma empresa, investimentos, contratos, etc.
Porém, a estrutura financeira necessita de abordar mais três aspectos: planejamento de longo e curto prazo, Custos e Ponto de equilíbrio. Veja as decisões de curto e longo prazo tem impacto vital em qualquer empresa, diante da retração de mercado as vezes “não gastar”, ou “gastar pode” pode ser um erro estratégico que custará caro, mas como decidir?
Todo ciclo operacional financeiro tem uma base importante e que deve ser avaliada e gerida com cuidado, os custos. Uma empresa não pode operar sem funcionários, sem fornecedores, sem suprimentos, impostos etc. Em momentos de crise ou dificuldade financeiras, as empresas começam a cortar custos, mas com quais critérios? É comum observar “grande” empresas, com faturamento elevado, mas quando precisa agir de forma estratégica com relação a sua estrutura de custos faz escolhas erradas, demite pessoas erradas, deixa de pagar fornecedores, age instintivamente por “critério nenhum”. A base de custos e extremamente importante e reflete ao item anterior quanto as decisões de longo e curto prazo.
Por isso, quando existe sazonalidade em contratos, quantidade de vendas, influenciados pelo mercado, pelo período ou por qualquer outro critério as empresas precisam conhecer o seu ponto de equilíbrio, que é exatamente o ponto onde o que se ganha é o que gasta, acima disso é lucro e abaixo é prejuízo, parece simples mas muitas empresas não enxergam isso na hora de decidir sobre os reajuste de preço, nas concessões de contratos, na contratação e demissão de empresa, na hora de avaliar os riscos e a viabilidade de investimento, assim é necessário que a empresa tenha um “planejamento financeiro” adequado.
Muito bem, nós abordamos conceitos importantes sobre as finanças empresariais, porém isso ainda não é suficiente. Veja, nós elencamos um quadro de estrutura de capital de giro, decisões, critérios, custo etc, mas e futuro?
Temos que comprar matéria prima, contratar funcionários, vender, melhor a produção, melhorar os prazos, maximizar as receitas, desenvolver a dinâmica que toda empresa está sujeita a partir do momento que iniciada, então precisamos organizar as ações futuras, ou seja, quanto temos vendido, quanto vamos gastar, qual será o faturamento e o lucro líquido entre muitas outras decisões que ocorrem a partir do “orçamento”.
Então se a sua empresa não tem esse nível de informações, é muito provável que você corra o risco estar com um cenário muito ruim e não saiba, mesmo que o saldo da conta esteja “positivo”. A primeira decisão estratégica é contratar uma consultoria para avaliar o cenário da empresa e orientar quais as ações necessárias, para cortar custos de maneiras adequada, como investir, gastar de forma estratégica e consequentemente a empresa irá trabalhar de maneira competitiva e com conceitos de ponta.
Expert Consultoria e Projetos
Por Rui Lima
Head/PMO




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